13 de out. de 2014

Ebola – o vírus fatal



Desde o ano passado, o mundo vem assistindo a pior epidemia de Ebola da história. Ao todo, foram mais de 4 mil mortos e 8 mil vitimas no continente africano, mas o Ebola vem se alastrando por outros continentes, com casos confirmados na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, a doença já teve um suspeito que esteve sob investigação e foi negado, mas não é para se alarmar.

O ebola é um vírus semelhante a de outras doenças contagiosas como gripe, malária, entre outras, mas tem uma diferença bastante interessante: o contágio só é feito no período em que a doença se manifesta na pessoa e no contato direto com alguma secreção da pessoa infectada. Portanto, não é transmitida pelo ar. Os sintomas são semelhantes a de uma dengue, febre, dor no corpo, entre outras.

Os países com maior incidência são, curiosamente, um dos mais pobres do mundo, portanto, carecendo de uma maior qualidade de vida e de serviços de saúde. Países como Serra Leoa e Libéria, tem os piores IDH’s do mundo e são sujeitos a esta epidemia. Cabe as autoridades sanitárias, encontrar formas de conter esta doença com a criação de vacinas e o controle para que esta doença não se alastre pelo mundo.


7 de out. de 2014

O balanço do 1º turno



Passado o primeiro turno das Eleições, temos muitas coisas a analisar. O (D)Eficiência traz um balanço deste primeiro turno das Eleições. Será em tópicos

Segundo turno presidencial – Dilma x Aécio

De novo, teremos a velha disputa entre PSDB x PT para presidência. Muito disto, é devido a insegurança passada pela candidata do PSB, Marina Silva, que, infelizmente, para mim, não se mostrou preparada para ser presidente da república e foi facilmente engolida pelos ataques de Dilma e não mostrou poder de reação. Com isto, o Tucano foi crescendo e passou a acreana.

Como Marina já declarou apoio ao PSDB, a eleição neste segundo turno será uma das mais emocionantes de todos os tempos, deve ser voto a voto no próximo dia 26. A Dilma cabe fazer o famoso terrorismo fajuto que o PT faz e a Aécio continuar o ritmo de crescida e tentar angariar votos em Minas e Nordeste, onde a Presidenta levou com folga.

Fernando Pimentel eleito em Minas

O PSDB em Minas foi tirado do poder depois de longos 12 anos de mandato, Agora teremos o PT a Frente do Estado. No caso da eleição estadual, o resultado deste domingo refletiu uma escolha errada dos tucanos em escolher o antiquário Pimenta da Veiga para ser o candidato. Muitos jovens não o conheciam por ser distante do estado a muito tempo e eu achei a candidatura bem fraca, merecida a sua derrota.

O lado bom de Pimentel no governo de Minas é que qualquer que seja o Presidente eleito no próximo dia 26, ele tem bom relacionamento até próximo com os dois candidatos. Pimentel já costurou um polêmico acordo com Aécio em 2008 para eleger Márcio Lacerda em BH, e foi ministro da Dilma até esse ano. Ou seja, esperamos que obras importantes como o Metrô de BH e a duplicação da BR-381 saem do papel.

Pesquisas eleitorais

Por mais uma vez, foram o mico das eleições. O que caem em descrédito perante a população. Os institutos de pesquisa erraram muito feio na eleição presidencial e em alguns estados como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Nota 0 para estas pesquisas, não acredito mais nelas.

24 de set. de 2014

E se o voto não fosse obrigatório?



Uma das coisas que eu fico pensando e que já é discutida nessas eleições é o fim do voto obrigatório. O voto no Brasil é obrigatório dos 18 aos 70 anos, o que dá margem para alienação e desinteresse da população no processo eleitoral. Muita gente, se o voto não fosse obrigatório, nem votaria por desinteresse com a política. E se o voto não fosse obrigatório? Como seria o processo eleitoral em nosso país?

Uma coisa é certa, os partidos políticos iam ter que, além de promover os candidatos, convencer a população da importância do voto, mas isso abriria margem para maiores compras de voto e troca de favores. Por outro lado, os votos poderiam ser mais conscientes, aquele que se interessaria pelo processo estudaria mais sobre os candidatos e apresentaria um voto melhor que poderia ajudar a melhorar o Brasil.

Mas para isso acontecer, é preciso uma mudança na visão de política dos brasileiros e isso só pode começar lá de cima, de quem está no poder aliado a uma fiscalização maior do povo. Fiscalização mesmo, como foi vista nos protestos do ano passado. Enfim, é um tema interessante e que cabe a nossa reflexão.

1 de set. de 2014

O que é ser especial...



É com enorme prazer e gratificação que anuncio a vocês que temos uma nova colaboradora neste espaço. O nome dela é Juliana Romero, cadeirante, foi minha colega no Brincar... E no texto de inauguração, ela fala sobre o que é ser especial...

Por Juliana Romero

Nós deficientes, seja cadeirante, cego, síndrome de down, entre outros, temos que mostrar que somos “normais” que somos capazes de levar uma vida como qualquer outra pessoa normal que não foi vitima de uma paralisia cerebral. Atividades como estudar, capacidade de aprender, passear, namorar, casar, superar nosso limites, enfrentar medos, olhares preconceituosos das pessoas, conquistar nossos espaços e lutar pelos nossos direitos...

Ser especial é uma lição de vida, para todos, tanto nós especiais quanto para pessoas normais, pois aprendemos a sermos pacientes, compreensivos, respeitarmos, afinal todos nós somos seres humanos iguais. Nós especiais, não devemos deixar de lutar e sonhar pelo que queremos alcançar por causa da deficiência física, das palavras negativas e preconceitos das pessoas “normais” e seguir e frente (isso ser é um exemplo para todas pessoas) afinal ser diferente é normal.

Ser diferente é ser normal! Penso, Sinto, logo existo...

27 de ago. de 2014

O Primeiro debate



A TV Bandeirantes realizou o primeiro debate entre os candidatos a Presidência da República. Compareceram ao todo, sete candidatos, o que atrapalhou o ritmo do debate que se tornou longo e cansativo para quem assistiu, culpa da lei eleitoral que exige a presença de todos os candidatos que tenham representação no congresso. Como na internet há mais liberdade nesse período, vou emitir minhas opiniões.

O debate deveria ser limitado a três ou quatro candidatos, no caso de ontem, Dilma, Marina e Aécio, os três principais candidatos, o que ajudaria a ter um ritmo legal e mais trocas de ideias e é claro, um pouco de polemica. A presença de outros candidatos, como os nanicos, não acrescenta em nada ao debate e torna o debate chato para todos.

Vamos ao debate, como foi o primeiro debate e a campanha ainda está engrenando, ainda mais com a morte trágica de Eduardo Campos, os candidatos se mostraram mais comedidos e se querendo mostrar ao eleitor. Não tivemos grandes discussões, fato que em outros debates pode ocorrer, mas tivemos vários embates interessantes.

Vou analisar os três principais candidatos, Dilma, Aécio e Marina. Começando pela Presidente e candidata à reeleição. Dilma se pautou do discurso fantasioso que está tudo bem, que o país está uma maravilha, mostrou-se perdida durante os questionamentos dos outros candidatos e dos jornalistas da Band que fizeram perguntas a eles, se agarrando a um discurso que o eleitor mais inteligente não quer ouvir (que é o público que para para assistir  o debate). Um pouco mais de humildade e autocrítica não fazem mal a ninguém hein Dilma.

O meu conterrâneo das Minas Gerais, Aécio Neves, ainda verde em debates desse nível, se mostrou um pouco desesperado pela condição das pesquisas, em terceiro, e partiu para o ataque em cima das duas mulheres que lideram as pesquisas, agarrando-se as distantes conquistas de FHC, apresentando poucas propostas, mesmo assim se saiu melhor que Dilma.

A recém-candidata do PSB, Marina Silva, salvou o debate com uma tranquilidade e serenidade, se apresentou como uma terceira via, propondo uma mudança com responsabilidade, citou políticos dos dois partidos adversários. O que me incomoda em Marina Silva, é que ela não tem postura que uma pessoa que pretende esse cargo. A pessoa que quer ser presidente precisa ser uma pessoa com fala firme e roupas mais formais. A acreana, por mais que as ideias sejam excelentes, tem uma fala mansa e se veste como se fosse ir a uma reunião de amigas, parecendo não se importar tanto com a imagem física que passa a população. E isso conta e muito numa eleição desse nível.

Os outros candidatos pouco acrescentaram ao debate, Eduardo Jorge e Luciana Genro protagonizaram cenas engraçadas que são pouco valorizadas num debate, afinal, política e humor não podem se misturar (apesar de que curto horário político só para rir dos candidatos).

Veremos os outros debates que teremos na campanha.