10 de jun. de 2015

Clube da Esquina



Depois de um tempo ausente, volto a estes escritos para destacar uma coisa mineira e belo-horizontina. Era década de 60 e o mundo vivia a febre dos    Beatles, no Brasil, atravessávamos a Ditadura Militar, de tantos horrores para a nossa história. Enquanto isto, uma turma se reunia no boêmio bairro de Santa Tereza na Capital Mineira para fazer música, eram jovens que se influenciavam de vertentes musicais como a Bossa Nova e os próprios Beatles. Estou falando do Clube da Esquina, movimento musical que revelou nomes como Milton Nascimento, Flávio Venturini e Lô Borges.

O Clube da Esquina virou um ícone musical de Minas e de BH, o bairro da boêmia belo-horizontina, Santa Tereza, foi o ponto de partida desta turma que misturava o rock com samba da bossa nova. Eles deixaram músicas com letras que retratavam a vida dos jovens daquela época. Eles se reuniam para tocar sem compromisso com nada nas esquinas de “Santê”, logo eles foram descobertos e fizeram sucesso.

O Clube da Esquina, vale salientar, é um movimento musical como a Bossa Nova e o Tropicalismo, cada integrante deste grupo segue, até hoje, uma carreira. O mais sucedido da turma é, sem dúvida, Milton Nascimento, que se juntou a turma oriundo do sul do estado. Também conseguiu um sucesso nacional a turma do 14 Bis com Flávio Vemturini.

O Clube da Esquina marcou a história do Bairro de Santa Tereza que em uma esquina há uma placa lembrando a época que os jovens cantavam pelo bairro. Também há o Museu Clube da Esquina que guarda instrumentos e arquivos que preservam a história do movimento.


6 de mai. de 2015

Uma Família



O termo família remete ao berço da nossa vida. Ter família é ter uma identidade, ter laços que vão além de uma amizade, é ter alguém para apoiar nos momentos mais difíceis. Bom isto, infelizmente, não se aplica a todas as famílias, mas isto não vem ao caso. O que acontece quando uma família unida, mesmo separada por centenas de km, se reúne? Uma celebração a vida e aos valores da família tradicional bem gostosa e que contagia a todos.

Estou falando da Família Martins, iniciada por Antônio Chiquinho e dona Ritinha em Pequi, interior de Minas, da qual faço parte com muito prazer e muito orgulho. Esta família enorme celebrou seu terceiro encontro neste feriado do dia do trabalho, o lugar escolhido não poderia ter significado maior para nossa família, Pequi. A mesma cidade que a história começou a anos atrás pelos ancestrais de nossa família.

A cidade de Pequi foi escolhida para receber o encontro pára possibilitar a alguns membros de nossa família conhecessem a cidade em que seus avós e bisavós nasceram. Muitos membros nasceram em Brasília, para onde Antonio Chiquinho e Ritinha foram com 8 de seus 11 filhos para continuar a construir uma família na nova capital do País.

A festa da família em Pequi foi uma volta ao passado junto com a animação de hoje de todos. Foram 3 dias de muita celebração, alegria e festa que contagiaram a todos os presentes, muitos deles vieram da Capital Federal. Eles, também, fizeram passeios por lugares que representam muito para a nossa família como ao Ponto Chic, onde Antonio Chiquinho falava dos cristais que ele chegou a extrair. Outro lugar visitado pela turma foi a casa onde minha querida Vó Olívia e Vô Zé Chiquinho criaram a família Andrade Martins (ou Marandra, como nós netos dos dois apelidaram a nossa família), que foi a organizadora da festa.

O Encontro da Família Martins em 2015 foi um verdadeiro sucesso e sempre será lembrada por nossa família como um momento alegre e emocionante, de muitos encontros e estreitamento de laços familiares. Ter uma família assim é a melhor coisa do mundo. Obrigado família pelos momentos de alegria que vocês me proporcionaram.

Até 2016 em Pará de Minas!!!!

7 de abr. de 2015

O que é ser jornalista?



Vi em meu Facebook que hoje (07 de abril) é comemorado o dia do jornalista. A data é uma referencia ao jornalista Giovanni Badaró que viveu nos tempos do Brasil Império e foi assassinado no exercício da profissão e cujos desdobramentos deram na abdicação do Trono por parte de D. Pedro I. Depois desta pequena aula de história, vamos ao principal objetivo deste texto, falar sobre o jornalista.

Como todos sabem, sou jornalista de formação, apesar de nunca ter trabalhado com o jornalismo de maneira oficial, me considero um jornalista, por conta deste blog e do Esporte é Vida, outro blog meu. Portanto, vou me arriscar a dizer sobre esta profissão fascinante e que escolhi para ser alguém na vida.

Ser jornalista é ser curioso, querer saber de tudo, ir atrás da notícia onde ela estiver ocorrendo. É correr risco, mas não desistir de sua função, mesmo quando se sentir ameaçado por alguma circunstancia. É mudar a vida das pessoas, quando, por exemplo, uma matéria vai ao ar mostrando um parente que a pessoa não vê há anos e promove o encontro. É ficar perguntando e insistindo para se obter a melhor resposta do entrevistado.

Enfim, ser jornalista é tentar mudar o mundo através das palavras, escritas ou faladas. Neste dia, nós jornalistas, temos que valorizar esta profissão tão desvalorizada nos dias de hoje, com demissões, mas que pode derrubar presidentes quem ela quiser. Parabéns a todos os jornalistas, atuantes ou não no jornalismo.

10 de mar. de 2015

A Mulher em foco



Todo ano escrevo sobre as mulheres no seu dia e, por mais uma vez, repito a dose. É difícil escrever sem ficar repetitivo, pois a mulher é algo que encanta que deixa a nossa vida mais alegre, enfim, como vi em uma figura, há adjetivos infinitos que descrevem este ser fantástico.

Para fugir do óbvio, vou falar da mulher moderna, a mulher do século 21. Hoje, a mulher está mais independente, sem deixar de lado o aspecto feminista do ser humano. A mulher sabe se virar sozinha, muitas vezes, sem um homem ao lado, sabe criar seus filhos, trabalha, cuida da casa, estuda, se diverte, é mais pró-ativa na conquista.

A mulher moderna, muitas vezes, não quer ter filhos, ou quer sem precisar de um homem que cuida, a famosa produção independente, muito comum nos dias de hoje. Apesar deste lado independente, a mulher ainda sofre com preconceitos machistas como o de dirigir um carro, “lugar de mulher é na cozinha”, entre outros.

Mesmo assim, a mulher está em foco e querendo a equidade de gênero, algo tão batalhado na sociedade por elas. Sem deixar de lado uma coisa romântica e doce que sempre caracterizou a mulher. Parabéns a todas as mulheres.


6 de fev. de 2015

O valor da idade



Como sempre, faço um texto no meu aniversário, este ano, está um pouco atrasado, mas a tradição se mantém. Aí vai o meu texto de aniversário. Bom, completei 27 anos no último domingo, dia 1º, de um garoto feliz e sorridente a um homem feito na vida com faculdade e empregado, muitas águas passaram por debaixo desta ponte que é minha vida.

E que águas passaram, faço uma reflexão, já me perguntaram se eu me arrependo de algo que tenha feito em minha vida, a minha resposta é não. Não é que eu tenha nenhum arrependimento, mas tudo na vida serve como um aprendizado para seguir a frente nesta vida.

Claro que não sou pronto e, certamente, nunca vou ser um cara 100% pronto para a vida, mas com 27 anos de idade, já tenho a consciência do meu papel no mundo, por mais que tenha gente que me subestime, mas existem outras pessoas que me dão força para continuar sendo o que eu sou.

Não foi fácil chegar aos 27 anos, muitas batalhas foram vencidas, até algumas inesperadas, mas me considero um homem de princípios e valores, estes bem passados por meus pais. Muitas batalhas ainda virão, já que considero que nunca paramos de evoluir, a constante lei da evolução criada por Darwin,  se aplica a nossa vida.

No mais, volto a agradecer as mensagens de carinho dos amigos e familiares no meu aniversário, sem vocês eu não chegaria onde estou hoje. OBRIGADO...