4 de mar. de 2013

O julgamento do Ano



Era para ter sido em Novembro, mas foi iniciado hoje, o julgamento mais aguardado dos últimos anos no Brasil. O famoso Caso Elisa Samúdio e Bruno terá seu desfecho proclamado nos próximos dias.

O caso ganhou repercussão maior por se tratar de um jogador, a época, capitão do time de maior torcida do Brasil e cotado para chegar a Seleção Brasileira. Tanto no julgamento que fora adiado em Novembro quanto no de hoje, no pequeno fórum de Contagem, ao lado de Belo Horizonte, chama a atenção de toda mídia, redes de Tevê, de Rádio de todo o Brasil estão com estúdios na frente do local.

É uma boa chance para os advogados de defesa e acusação quererem atrair a atenção de toda a mídia para si. É a chamada espetacularização do direito, o que torna o Júri em um palco de teatro, pois usam elementos artísticos para aparecerem diante da imprensa. O maior deles é a notícia que surgiu no fim da tarde que a acusação e a defesa podem fazer um acordo para que Bruno confesse o crime, em troca, o jogador receberia uma pena menor.

Não sou advogado e sim jornalista, mas o que está se configurando é que o júri perca o caráter sério e vire picadeiro de advogados querendo aparecer uns mais que os outros e a população virem palhaça diante de tal acontecimento.

21 de fev. de 2013

Dois anos de uma nova vida



Como falei ano passado, neste mesmo 21 de fevereiro, é uma data especial para uma galerinha que a partir deste dia, mudaram seus rumos. Bom, estou falando, especificamente no meu caso, da minha posse no Banco do Brasil, que se sucedeu nesta data de 21 de Fevereiro de 2011, uma segunda-feira calorenta como está nesta quinta.

Se foram dois anos no Banco do Brasil, muitas alegrias, dúvidas, aprendizados, enfim, muitas mudanças aconteceram desde então em minha vida. A descoberta de mais independência foi a principal delas, muitas de minhas mudanças neste período já falei no texto do ano passado (http://deficienciaoblog.blogspot.com.br/2012/02/1-ano-de-bb.html - o link para quem não viu).

Porém, nesta vida o que mais fazemos é aprender, vivemos em um constante aprendizado e eu não fujo a regra. No Banco do Brasil, vivo aprendendo todo dia a ser um profissional da melhor acepção da palavra e, principalmente, uma pessoa melhor para o mundo.

No mais, retomo o agradecimento a todos que me ajudam a ser esta pessoa no mínimo agradável que tento ser. Enfim muito obrigado a amigos, família, colegas de trabalho, pelas broncas, sorrisos, palavras de conforto.

Repito a pergunta que fiz a um ano: E vocês turma, como encaram esta data? Que reflexões fazem do período?

30 de jan. de 2013

O Centro do poder



Por muitas vezes, neste espaço escrevi sobre política, o que é normal e é um tema que interessa a mim, a você e a todos. Pois bem, estou falando disto porque neste último fim de semana, em meio à catástrofe da Boate Kiss em Santa Maria (falarei sobre estre episódio num próximo texto), “conheci” Brasília, a capital dos brasileiros, tão querida por uns, mas tão odiada por outros.

Quando digo que “conheci” o Distrito Federal é porque eu já tinha ido lá, mas era muito novo e então não me lembro de quase nada da capital brasileira. Posso dizer, assim, que foi a primeira vez que vi aquilo que só tinha visto pela TV. Fui a Brasília rever minha família que mora lá desde a capital fora construída e foi uma boa vivência.

Deixemos de lero-lero e vamos ao que interessa neste texto. Brasília, como todos sabem, foi planejada e construída por JK, um presidente modernista, mas foi se estendendo por todo DF, originando as chamadas cidades satélites, Ceilândia, Taguatinga, Gama, Sobradinho, entre outras. Todas estas cidades rodeando o Plano Piloto, onde fica o poder em nosso país. Conheci rapidamente Ceilândia e Taguatinga e são cidades em que se vê muito o contraste social do nosso país, casas muito boas de um lado e a simplicidade de outro, povo humilde, mas muito acolhedor.

Como foi planejada no fim dos anos 50, Brasília tem muito espaço a ser ocupado, é uma cidade larga em que se leva muito tempo para fazer deslocamentos, mesmo com pistas livres. Um dos destaques do DF é a preocupação com o meio ambiente, a cidade é muito arborizada, o verde está em todos os lados, desde a Esplanada dos Ministérios até a periferia tem muito verde. As avenidas de Brasília em todos os lugares são pistas ótimas para dirigir, largas e espaçosas, mesmo assim, os trabalhadores sofrem com engarrafamentos nos dias úteis de trabalho.

Outra coisa curiosa que acontece lá em Brasília é a questão dos endereços. Lá as ruas não tem nome e são conhecidas como quadras, até as avenidas tem nomes estranhos como SIA, EPL, para os brasilienses é algo normal, mas para quem vem de fora é uma confusão.

Claro que não poderia deixar de fechar este relato com o Plano Piloto, o maior conjunto de obras arquitetônicas que o Brasil já viu, de lá que saem as principais decisões do País. Imponente dentre o planalto central, o projeto idealizado por Lúcio Costa, JK e Oscar Niemeyer, é bem moderno, isso a 63 anos da sua inauguração. A belíssima catedral de Brasília, o lugar mais bonito de Brasília em minha opinião, com seus anjos dependurados no alto e seus vitrais que absorvem a luz solar, dão uma beleza única. A Praça dos Três Poderes é uma típica praça europeia com seus pombos por todos os lados e uma imensidão sem tamanha. O Congresso impõe-se no horizonte como algo grandioso, como foi JK ao querer realizar este sonho de construir a nova capital e conseguiu.

13 de jan. de 2013

O Preconceito



Venho a este blog nesta tarde de domingo tratar de um tema polemico, mas que é, ainda, um dos problemas de nossa sociedade, o preconceito. No qual vivo muito na pele, por ser deficiente físico, mas como se trata de um tema polemico, abordarei um aspecto mais geral do preconceito. 

Os preconceitos nascem do convívio que temos com a cultura em que vivemos, portanto, todos nós temos preconceito de alguma coisa. O preconceito vem de nossos país, família, amigos, enfim, das relações sociais. Me arrisco a desafiar vocês leitores dizendo: quem nunca teve preconceito que atire a primeira pedra. 

O que quero dizer é que, ao contrário de que muitas pessoas acham, o preconceito nunca irá acabar preconceito contra gays, lésbicas, deficientes, negros, as minorias de um determinado país, enfim, o preconceito será sempre uma constante neste mundo, porque a sociedade necessita disto para sobreviver e ter algo para gerar conflitos e dinheiro para certos setores.

O que muitos podem me xingar ao dizer isto, a estes digo que o preconceito tem que existir dentro da gente e escondido destas minorias. Por isto, sou contrário a qualquer tipo de manifestação preconceituosa, acho que vivemos em um mundo que devemos respeitar o jeito de ser do outro, se temos preconceito, isto tem que ser guardado dentro de nós e não ser usado para desrespeitar os outros.

O respeito com homossexuais, deficientes, negros tem que ser primordial na sociedade, só assim conseguiremos uma sociedade mais justa e humana. Respeitar o ser humano é uma das coisas mais importantes que nossos pais passam para a gente e devemos segui-los.

4 de jan. de 2013

O valor da amizade



A amizade neste mundo é uma das maiore benfeitorias que o mundo nos proporciona, há vários tipos de amizades, as reais, as virtuais, as coloridas, que também tem um pouco de romantismo, as de camaradagem, as próximas, as distantes, as falsas, as verdadeiras, mas por todos os lados temos amigos.

Amizade boa é aquela que a gente enche a paciênia do amigo com coisas nossas, mesmo que ele morra de raiva, mas no final atura e ouve. Ter amigos é contar com eles nas horas mais alegres, como aniversário, e, principalmente, nas horas mais dificeis. Nós que somos amigos de alguém no mundo, sabemos que o amigo é o irmão que a gente escolhe, que nos da força, nos da conselhos para seguir no mundo com equilibrio.

Enfim,  a amizade é uma troca de experiencias que enriquecem as pessoas, e tem um valor inimestimável no mundo. Como diz Milton Nascimento em Canção da América “Amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito...”