21 de set. de 2015

21 de setembro – Dia nacional de luta da Pessoa com Deficiência



Hoje, é uma data especial para todos que, de alguma forma, lida com a causa do deficiente (especial). É  comemorado o dia nacional de luta da pessoa com deficiência. E neste dia, faremos uma reflexão a creca de como está a vida do especial nos dias de hoje em nosso país.

Dados do último Censo do IBGE, realizado em 2014, em nosso país há cerca de 50 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, um quarto do total de habitantes no país, é uma grande população que ainda carece de muitas coisas.

Apesar de estarmos na frente de outros países, inclusive, da Europa, no quesito tratamento da pessoa com deficiência, o Brasil ainda trata muito mal esta população. Como sou um desses 50 milhões, vivo na pele estas dificuldades, principalmente, na questão acessibilidade.

São ruas mal feitas, muitas vezes, as pessoas tem que passar no meio dos carros para se locomover, são prédios que não oferecem acesso digno a cadeirantes e a cegos. Faltam pisos táteis para os deficientes visuais nas ruas e acessos a prédios.

A inclusão de especiais na escola é outro desafio muito importante neste dia, as escolas e faculdades estão realmente preparadas para receber a pessoa especial? Neste quesito, o Brasil ainda peca, principalmente, no preparo de professores que saibam lidar com o especial.

Mas o que eu considero principal e que é a principal luta nesse dia deste blogueiro que vos escreve é a mudança de atitude das pessoas para com os especiais vencer o preconceito que ainda há muito neste mundo, infelizmente. Ainda bem que há pessoas neste mundo que conseguem ver os especiais como seres humanos normais e não como coitadinhos

12 de ago. de 2015

O Whats



O mundo moderno, dos smartphomes, apresenta muita facilidades e muitas maravilhas para quem é conectado nesse mundo moderno. Mas uma das invenções mais fantásticas em termos de aplicativos de celular é o de mensagens instantâneas, o Whatsapp, ou carinhosamente chamado, Whats ou ZAP-ZAP.

Este aplicativo, o Whatsapp se tornou sinônimo de conversa nesse mundo digital, é de modo fácil e intuitivo pára se utilizar. Descobri ele em 2012 com meu irmão e achei fantástico, um MSN no celular. Desde então, não larguei ele mais, é fantástico porque ao contrário do falecido MSN, é só ter um número de telefone e internet móvel que você já esta no Whatsapp.

As funcionalidades dele são muitas, ele, praticamente, aposentou, o SMS, as mensagens de texto. Os grupos também é outra coisa que fez o Whats alcançar o sucesso que tem, você  pode reunir familiares, amigos, pessoas em comum interesse para conversar, como no antigo chat. Sem contar, as ligações usando a internet, as mensagens por voz e as figuras, enfim, uma gama enorme de funcionalidades que fazem do Whats o app mais baixado do mundo.

Não é atoa que o Facebook comprou o Whatsapp por 18 bilhões de dólares em 2014, e sua base de usuários gira em 500 milhões de pessoas. Uma mina de dinheiro que começou do nada como o próprio Face, Microsoft e Google.

Muitos não vivem sem o whatsapp, eu sou um deles, que gosto dessa comunicação instantânea protagonizada pelo aplicativo. Pessoas de diferentes lugares podem se conectar e conversar entre si e pela internet. Vida longa ao Whatsapp..

10 de jun. de 2015

Clube da Esquina



Depois de um tempo ausente, volto a estes escritos para destacar uma coisa mineira e belo-horizontina. Era década de 60 e o mundo vivia a febre dos    Beatles, no Brasil, atravessávamos a Ditadura Militar, de tantos horrores para a nossa história. Enquanto isto, uma turma se reunia no boêmio bairro de Santa Tereza na Capital Mineira para fazer música, eram jovens que se influenciavam de vertentes musicais como a Bossa Nova e os próprios Beatles. Estou falando do Clube da Esquina, movimento musical que revelou nomes como Milton Nascimento, Flávio Venturini e Lô Borges.

O Clube da Esquina virou um ícone musical de Minas e de BH, o bairro da boêmia belo-horizontina, Santa Tereza, foi o ponto de partida desta turma que misturava o rock com samba da bossa nova. Eles deixaram músicas com letras que retratavam a vida dos jovens daquela época. Eles se reuniam para tocar sem compromisso com nada nas esquinas de “Santê”, logo eles foram descobertos e fizeram sucesso.

O Clube da Esquina, vale salientar, é um movimento musical como a Bossa Nova e o Tropicalismo, cada integrante deste grupo segue, até hoje, uma carreira. O mais sucedido da turma é, sem dúvida, Milton Nascimento, que se juntou a turma oriundo do sul do estado. Também conseguiu um sucesso nacional a turma do 14 Bis com Flávio Vemturini.

O Clube da Esquina marcou a história do Bairro de Santa Tereza que em uma esquina há uma placa lembrando a época que os jovens cantavam pelo bairro. Também há o Museu Clube da Esquina que guarda instrumentos e arquivos que preservam a história do movimento.


6 de mai. de 2015

Uma Família



O termo família remete ao berço da nossa vida. Ter família é ter uma identidade, ter laços que vão além de uma amizade, é ter alguém para apoiar nos momentos mais difíceis. Bom isto, infelizmente, não se aplica a todas as famílias, mas isto não vem ao caso. O que acontece quando uma família unida, mesmo separada por centenas de km, se reúne? Uma celebração a vida e aos valores da família tradicional bem gostosa e que contagia a todos.

Estou falando da Família Martins, iniciada por Antônio Chiquinho e dona Ritinha em Pequi, interior de Minas, da qual faço parte com muito prazer e muito orgulho. Esta família enorme celebrou seu terceiro encontro neste feriado do dia do trabalho, o lugar escolhido não poderia ter significado maior para nossa família, Pequi. A mesma cidade que a história começou a anos atrás pelos ancestrais de nossa família.

A cidade de Pequi foi escolhida para receber o encontro pára possibilitar a alguns membros de nossa família conhecessem a cidade em que seus avós e bisavós nasceram. Muitos membros nasceram em Brasília, para onde Antonio Chiquinho e Ritinha foram com 8 de seus 11 filhos para continuar a construir uma família na nova capital do País.

A festa da família em Pequi foi uma volta ao passado junto com a animação de hoje de todos. Foram 3 dias de muita celebração, alegria e festa que contagiaram a todos os presentes, muitos deles vieram da Capital Federal. Eles, também, fizeram passeios por lugares que representam muito para a nossa família como ao Ponto Chic, onde Antonio Chiquinho falava dos cristais que ele chegou a extrair. Outro lugar visitado pela turma foi a casa onde minha querida Vó Olívia e Vô Zé Chiquinho criaram a família Andrade Martins (ou Marandra, como nós netos dos dois apelidaram a nossa família), que foi a organizadora da festa.

O Encontro da Família Martins em 2015 foi um verdadeiro sucesso e sempre será lembrada por nossa família como um momento alegre e emocionante, de muitos encontros e estreitamento de laços familiares. Ter uma família assim é a melhor coisa do mundo. Obrigado família pelos momentos de alegria que vocês me proporcionaram.

Até 2016 em Pará de Minas!!!!

7 de abr. de 2015

O que é ser jornalista?



Vi em meu Facebook que hoje (07 de abril) é comemorado o dia do jornalista. A data é uma referencia ao jornalista Giovanni Badaró que viveu nos tempos do Brasil Império e foi assassinado no exercício da profissão e cujos desdobramentos deram na abdicação do Trono por parte de D. Pedro I. Depois desta pequena aula de história, vamos ao principal objetivo deste texto, falar sobre o jornalista.

Como todos sabem, sou jornalista de formação, apesar de nunca ter trabalhado com o jornalismo de maneira oficial, me considero um jornalista, por conta deste blog e do Esporte é Vida, outro blog meu. Portanto, vou me arriscar a dizer sobre esta profissão fascinante e que escolhi para ser alguém na vida.

Ser jornalista é ser curioso, querer saber de tudo, ir atrás da notícia onde ela estiver ocorrendo. É correr risco, mas não desistir de sua função, mesmo quando se sentir ameaçado por alguma circunstancia. É mudar a vida das pessoas, quando, por exemplo, uma matéria vai ao ar mostrando um parente que a pessoa não vê há anos e promove o encontro. É ficar perguntando e insistindo para se obter a melhor resposta do entrevistado.

Enfim, ser jornalista é tentar mudar o mundo através das palavras, escritas ou faladas. Neste dia, nós jornalistas, temos que valorizar esta profissão tão desvalorizada nos dias de hoje, com demissões, mas que pode derrubar presidentes quem ela quiser. Parabéns a todos os jornalistas, atuantes ou não no jornalismo.